sexta-feira, 18 de junho de 2010

Há Muito Talento em Fronteira

Estive apostado em só voltar aqui a escrever quando o motivo o justificasse, e foi isso que aconteceu exactamente ontem dia 17 de Junho de 2010. Um grande motivo.
Esta pausa prendeu-se com o facto de ter que haver tempo para que as orientações que aqui publico sejam analisadas, avaliadas e importadas, se disso for caso, para a realidade prática do Concelho.
E sinto-me satisfeito enquanto algumas das ideias que dei à luz foram cooptadas pelo executivo municipal, basta comparar as propostas com os projectos e planos que vieram sendo aprovados nas diversas reuniões de Câmara.
Os louros são obviamente de quem as entende como válidas e praticáveis e depois as aperfeiçoa para ganharem corpo e expressão.
Mas hoje solicito-me este texto para dar os parabéns ao grupo de teatro escolar Sem Fronteiras, que ontem brindou o público com a peça O Cozinheiro do Rei, levada à cena no CC desta vila, em antestreia.
Felicitações Dinis, Madalena e companhia, foram absolutamente brilhantes, no empenho e na lição de vida que acabaram por dar a toda uma geração que se negou à cultura, ao fazer.
Hoje são os miúdos de onze anos a evidenciarem e darem expoente máximo ao talento.
Fiquei impressionado, e como fronteirense, orgulhoso por acreditar que agora, finalmente, Fronteira renasce para a cultura, para a arte, para o construtivismo, símbolo da decadência de vinte anos em que quase nada se passou.
Parabéns e muita força para continuarem com o vosso testemunho.
Tudo vale mais se pudermos sonhar.
E vocês fizeram-me sonhar com a simplicidade de uma criança que é agora mais crescida, mas nem por isso menos criança.
Coragem e dedicação, trabalho, tolerância e esperança…
Eu aposto em vocês.

sábado, 19 de dezembro de 2009

Feira dos Iguais

Viva.
A todos os meus companheiros de assessoria eu desejo um óptimo Natal. Que todos possamos importar para dentro de nós o brilho e a magia das luzes que nos brindam com um apelo branco à Paz.
Hoje, perante este cenário de dificuldades acrescidas imposto pela conjuntura internacional, eu deixo à minha terra uma prenda. É a minha forma e maneira de dizer que estou presente no frio que tolhe a todos.
Mais uma vez, um evento que aposta nos recursos humanos, nas pessoas, sem implicar verba monetária.
Trata-se pois de capital humano: vontade, inovação, engenho e marketing.
Proponho uma feira de Natal em que cada pessoa compra uma unidade e leva duas, pelo preço de uma.
Uma feira em que os gémeos seriam os protagonistas, em que quase tudo fosse a dobrar.
Imagine-se só: comprar um brinquedo num stand onde somos atendidos por duas “bonecas iguais”, pagamos o preço de um brinquedo e na realidade levamos dois iguais.
E quem diz brinquedos, diz roupas, tecnologias, produtos de beleza e etc. Bonito! Não é?
Seria uma feira outlet única a nível nacional. Com este acontecimento de relevante interesse comercial, Fronteira consegue promover o comércio tradicional, local, e atrair consumidores e novos públicos, projectando-se na ousadia de albergar um congresso nacional de gémeos, para falar dessas pessoas tão especiais que habitaram o mesmo útero em simultâneo, desde a primeira batida dos seus corações, desses modos de sentir tão misteriosos e quase insondáveis que só os gémeos compreendem, desse amor incondicional pelo outro que só os gémeos sentem…
A feira dos iguais orientada pela máxima “Mais vale um em cada mão do que um no saco” haveria de ter lugar no fim-de-semana que antecede o Natal sob a batuta da grande oportunidade de negócio – compra e venda.
Tão simples quanto isto!
Excelentíssimo Presidente do Município fica mais esta ideia que observa cuidado na prossecução da sua própria evolução positiva. A si, aos senhores vereadores e a todos os que aqui dão o seu melhor tempo e trabalho, para todos, vão os meus melhores votos de Feliz Natal e que o ano de 2010 lhes traga novos horizontes repletos de Bem-fazer.
Fronteirenses: sintam o meu abraço de irmão em cada palavra, cada letra.
Esperança para todos…

domingo, 22 de novembro de 2009

Onde Estão os Espelhos de Fronteira

Eduardo Prado Coelho, antes de falecer (25/08/2007), teve a lucidez de nos deixar esta reflexão, que transcrevo em seguida sob o título Precisa-se de matéria prima para construir um País.
Agora meus caros fronteirenses, apliquem-se um bocadinho, substituam Portugal e os Portugueses por Fronteira e os respectivos, que somos nós, e avaliem as figuras que andamos a fazer, tão convictos, com tão boas ideias para ofender e denegrir, e tão poucas, que eu aínda não vi nenhuma, mas é conhecida a minha falta de vista, poucas, dizia eu, para resolver problemas e progredir na qualidade de vida.
Este blogue, 100 dias depois de ter sido tornada pública a sua existência, tem 270 visitas.
É certo que já o quiseram transformar numma lavandaria, pois, mas aqui vigoram os meus princípios de respeito e não agressão e só conta quem tiver uma cara e um nome.
O que é estranho, é que eu, na medida do possível exponho soluções, clamadas por tantos tão preocupados, mas na hora das conhecerem, encontro os do costume, muito preocupados, a fazer o do costume: a remeterem as culpas ao Presidente e a jogarem ao já sei quem tu és, mas não digo, ou mesmo ao olha que levas!
Pensar deveria ser obrigatório.
Mas os munícipes, ao que parece, gostam é do boato.
E não é que o meu amigo Eduardo, sobre Portugal pensou exactamente o mesmo que eu penso sobre Fronteira?
Pelo respeito que lhe dedico, aqui deixo as suas sábias palavras.
Façam uma leitura atenta.
"Precisa-se de matéria prima para construir um País
Eduardo Prado Coelho - in Público
A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres.
Agora dizemos que Sócrates não serve.
E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada.
Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates.
O problema está em nós. Nós como povo.
Nós como matéria prima de um país.
Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda
sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro.
Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude
mais apreciada do que formar uma família
baseada em valores e respeito aos demais.
Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais
poderão ser vendidos como em outros países, isto é,
pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal..
E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.
Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares
dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa,
como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil
para os trabalhos de escola dos filhos... e para eles mesmos.
Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque
conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo,
onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.
Pertenço a um país:
-Onde a falta de pontualidade é um hábito;
-Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano.
-Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e, depois,
reclamam do governo por não limpar os esgotos.
-Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros.
-Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que
é 'muito chato ter que ler') e não há consciência nem memória
política, histórica nem económica.
-Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis
que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média
e beneficiar alguns.
Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas
podem ser 'compradas', sem se fazer qualquer exame.
-Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços,
ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada
finge que dorme para não lhe dar o lugar.
-Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro
e não para o peão.
-Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos governantes.
Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates,
melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem
corrompi um guarda de trânsito para não ser multado.
Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português,
apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim,
o que me ajudou a pagar algumas dívidas.
Não. Não. Não. Já basta.
Como 'matéria prima' de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa.
Esses defeitos, essa 'CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA' congénita,
essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós,
ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte...
Fico triste.
Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje,
o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima
defeituosa que, como povo, somos nós mesmos.
E não poderá fazer nada...
Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor,
mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.
Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco,
nem serve Sócrates e nem servirá o que vier.
Qual é a alternativa ?
Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror ?
Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa 'outra coisa' não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados... igualmente abusados !
É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento
como Nação, então tudo muda...
Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam um messias.
Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer.
Está muito claro... Somos nós que temos que mudar.
Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos:
Desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e,
francamente, somos tolerantes com o fracasso.
É a indústria da desculpa e da estupidez.
Agora, depois desta mensagem, francamente, decidi procurar o responsável, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir)
que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido.
Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI
QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO.
AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO."

E você, o que pensa ?...
Tem algum espelho? Ou não precisa de espelhos para nada?

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Aviso à Navegação

Bom dia concidadãos.
Vou hoje fazer um pequeno interregno na missão principal deste blogue para vos tornar claro algumas coisas, regras, absolutamente necessárias à boa convivência.
Em primeiro lugar quero vos certificar que pura e simplesmente detesto faltas de consideração, sejam elas de que ordem for.
Isto para dizer que comentários anónimos jamais os permitirei aqui.
Este blog não é um circo nem um bar de meninas onde os bem-falantes só vão de cabeça tapada.
Quando não se assina o nome por baixo do que se escreve custa-me a acreditar que se subscreva o que se diz ou faz.
Ora se tais damas ou cavalheiros não assumem os seus actos de escrita, como é que desejam e querem que eu dê relevância aos seus pensamentos travestidos de Voz da Consciência?
Vá lá, armem a barraca noutra praça.
Quem vier por bem, pelo bem comum, então que venha e escreva e proponha. Os outros, os inconformados, os toureiros de água doce, respirem e de uma vez por todas e entendam que não há fiesta brava quando em cena só houver pessoas.
Basta de cogumelos mágicos que só alucinam. Um homem não é um rato e um boi é só um boi.
Respeito é bom e a boa educação é exigível.
Não é só porque uma parte das pessoas decidem viver num mundo governado pela Magna Conspiração que o todo das pessoas também lá terão que viver.
É óbvio que não defendo uma ditadura da maioria, mas sou perseverante ao ponto de compreender que quem pode é que manda, e graças a deus que assim é.
Fronteirenses, os ódios antigos, os rancores particulares, os desamores de estimação de cada um não são motivos válidos para um Vale Tudo colectivo.
Solicito-vos presença de espírito e elevação moral para que os próximos quatro anos sejam tempos de paz social neste Concelho que é tão pequeno e onde praticamente todos estamos interligados por laços familiares seculares.
Concentrem-se na vossa melhor prestação e contributo para um futuro mais digno.
Eu sei que infelizmente a formação humana não se compra, mas somos um povo de boa gente, tolerante e engenhoso. Temos bases sustentadas para fazer melhor e a história ensina-nos que quem não tiver interesse em melhorar, que pelo menos não estrague.
Em último caso, quem estiver mal, mude-se. A felicidade é sempre um caminho.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Aprender A Fazer Um Filme

Bricolage de Coração e Jardim

Em 4 etapas independentes e distintas são mais 4 workshops que visam o despertar de novos talentos e velhas necessidades.
Vamos conhecê-los?
Encontrar formadores? Não é difícil. Eu proponho-me ajudar.

Aprender A Fazer Um Filme

1º Fotografia
As noções básicas de fotografia são essenciais para quem pretende entrar no mundo da fotografia. As novas máquinas digitais e as ferramentas informáticas de tratamento de imagem vieram criar a ilusão de que aquelas noções já não são necessárias. Todavia, hoje, como sempre, uma boa fotografia depende essencialmente das técnicas utilizadas na sua captura e não dos tratamentos (digitais) feitos a posteriori. No fim do curso, os formandos participarão numa exposição colectiva dos seus trabalhos coordenada pelo formador.
DESTINATÁRIOS
todos os interessados em adquirir conhecimentos básicos de fotografia analógica ou digital
PROGRAMA
1. Objectivas – Controlar a imagem
.Grande Angular
.Standard
.Teleobjectivas
.Profundidade de Campo
.Velocidade do Obturador
2. Acessórios Úteis
3. Composição
.Estrutura – simetria e assimetria
.Regra dos terços
.Bidimensionalidade e perspectiva
.Ângulos de visão
.Escala
4. Iluminação
.Luz natural e luz artificial
.Instrumentos de medição: exposímetros
.Temperatura de cor
.Demonstração de exemplos com: luz directa (pontual), luz difusa, luz reflectida
.Combinações de sistemas de iluminação
.Difusores e reflectores
5. Tipo de Fotografia, várias vertentes:
.Fotografia de Arquitectura
.Fotografia de Moda
.Fotografia Publicitária
.Fotojornalismo
.Abordagem prática sobre as várias vertentes artísticas da fotografia
6. Fotografia sequencial Stopmotion
Visualização de algumas stopmotions
Edição de imagens sequenciais no Movie Maker
Discussão e apresentação de propostas para a realização de uma stopmotion
Tratamento Digital
Ferramentas básicas
Histograma
Ajustes de Levels, Curves
Redimensionamento de Imagens e Crops
Limpeza de imperfeições
Contraste e Saturação
Conversão para Preto e Branco
Sharp
7. Apresentação e discussão dos trabalhos realizados para realização de uma exposição colectiva.
7 Sessões de 150 minutos, cada.
MATERIAL NECESSÁRIO
- máquina fotográfica analógica ou digital
- computador portátil, se possível.

2º Realizar E Editar
Neste workshop será dada uma formação básica sobre técnicas de realização e edição. Desde a planificação à edição, passando pelos princípios básicos de captação de imagem (continuidade, escala de planos, eixo de acção, balanceamento, diafragma, etc...), argumento e técnicas de edição (formato, ritmos, transições, ferramentas de trabalho, etc...). No final do workshop o formando deverá saber como pegar numa câmara pela primeira vez, conhecer truques para manipular ou "enganar" a câmara para chegar a determinado estilo e dominar algumas técnicas de edição para chegar ao filme final.
DESTINATÁRIOS: todos os iniciados na arte e técnica cinematográfica ainda que não tenham realizado qualquer trabalho
PROGRAMA
.Planificação (escala de planos)
.Continuidade (eixo de acção, anotação)
.Captura de Imagem (balanceamento, focos, diafragma)
.Noções de como funciona uma equipa de filmagem
.Pequenos exercícios de realização
4 Sessões de 150 minutos, cada.

3º Captura De Som
O workshop tem como objectivo conhecer as matérias implícitas, bem como percorrer todo o longo caminho relativo ao processo da produção áudio, elementos centrais no estudo desta arte. Compreensão do comportamento do som e respectivos fenómenos acústicos, conhecer equipamentos e sistemas dedicados e desenvolver um ouvido atento, selectivo e rigoroso irão ser elementos essenciais no decorrer do curso. No final, o formando deverá ser capaz de identificar e compreender o funcionamento e a relação entre os componentes de um sistema de som, bem como aplicar e seleccionar diferentes técnicas de captação e mistura.
PROGRAMA
1. Acústica Musical
2. Software / hardware dedicado
3. Composição de um sistema áudio
4. Microfones / técnicas de captação
5. Edição e mistura
6. Masterização
6 Sessões de 150 minutos, cada.
MATERIAL NECESSÁRIO
o uso de um computador portátil, embora não essencial, será uma mais valia no decorrer do workshop.

4º Planificação Do Filme
Durante o workshop serão desenvolvidos exercícios com vista a ajudar o formando a melhor compreender como planificar um produto audiovisual. A abordagem seguida será orientada para o desenvolvimento de competências de trabalho em equipa, passando por questões de natureza conceptual, técnica, logística, operacional e organizativa. Os formandos irão: adaptar ideias e argumentos às condições de produção, criar listas de planos, storyboards, planos de filmagens, plantas de iluminação, plantas cenográficas, etc.
PROGRAMA
.Noções básicas de produção de vídeo
.Visionamento de exemplos
.Exercícios práticos
3 Sessões de 150 minutos, cada.

Recordem comigo que, primeiro estranha-se, depois entranha-se.
Senhor Presidente, fica o meu contributo à vossa consideração.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Comissão Feminina de Voluntárias de Apoio à Primeira Infância e Terceira Idade do Concelho de Fronteira

Boa tarde.
Eis mais um projecto com custo 0 que poderá vir a dar respostas muito positivas no apoio à infância e terceira idade do nosso Concelho.
É uma ideia desenvolvida pela psicóloga, e minha mulher, Sandra Valério Branco no decurso e em consequência do voluntariado que presta no Centro de Saúde de Fronteira desde Janeiro de 2009.
Basicamente trata-se da constituição de uma comissão de mulheres voluntárias que, profissionalmente, actuem no domínio do apoio à comunidade.
Uma comissão concelhia criada para identificar, objectivar e ajudar a resolver problemas decorrentes da falta de recursos económicos e informação ou acesso às soluções previstas na lei, que visam dar uma resposta eficaz à carência de orientação técnica e social, dotada de um suporte psicológico gratuito.
Numa primeira fase institucionaliza-se a comissão que poderá incluir psicólogas, assistentes sociais, educadoras, animadoras socioculturais e professoras, para posteriormente se definirem os objectivos a atingir.
Uma vez identificadas as metas, distribuem-se papéis e responsabilidades pelas voluntárias.
Só então se instala a comissão e se dinamizam os grupos de trabalho, em número de dois, um para acompanhamento à infância e outro para acompanhamento à terceira idade.
Nesta fase será imprescindível um protocolo mutualista entre a comissão e a Santa Casa da Misericórdia, enquanto tutela do infantário e do lar de terceira idade, e entre estas e a Câmara no âmbito da responsabilidade social do município.
Desta forma, e sempre a contar com a boa vontade de mulheres com elevado sentido social, será possível encontrar respostas válidas, no campo do acompanhamento e orientação personalizada, com vista ao incremento da qualidade de vida dos nossos filhos e nossos avós, apostando exclusivamente nas pessoas.
Deixo a ideia para que as entidades concelhias a possam maturar e ao mesmo tempo dirijo o convite a todas as mulheres, residentes, interessadas em integrar esta comissão para estarem presentes na primeira reunião informal, a acontecer com formato de conversa de café, na Artística, Sábado 17 de Outubro pelas 22 horas

Parabéns Senhor Presidennte

Olá Bom-dia.
Um problema técnico na plataforma de suporte deste blogue impediu-me de publicar os meus cordiais Parabéns a toda a equipa que ganhou as eleições no Concelho de Fronteira, logo no dia 11: Parabéns a todos, em especial ao Senhor Manuel Caetano, Professor Roquette e senhores, Vice-presidente Rogério Silva e senhor Presidente, Pedro Lancha.
Bom trabalho e as maiores felicidades sendo certo que por mim, aqui estarei na medida do possível a contribuir para que este Concelho seja e esteja cada vez melhor e mais adorado, apostando sempre no diálogo e no entendimento entre todos, porque um adversário não é um inimigo.
Desejo que a oposição assuma um papel construtivista e abandone velhos hábitos de dizer não, só porque não, é que no meio de tudo, o mais importante somos nós todos.
Que Fronteira e os fronteirenses sejam os interesses principais de todos os novos vereadores, independentemente dos partidos pelos quais foram eleitos.
O assessor do presidente solicita-vos elevação de espírito e clarividência.
O povo fez a sua escolha democrática, o Povo é Soberano.
Agora, que todos trabalhem para o Povo, com consciência e sentido social do bem comum.
Bem ajam!

sábado, 10 de outubro de 2009

O Voto É Mais Do Que Um Direito, É Uma Obrigação

Amanhã dia 11 de Outubro de 2009 vote!
O seu voto é muito importante, é a sua voz, é a sua vontade expressa em democracia.
E hoje somos livres para votar, porque em 1789 aconteceu a Revolução da Igualdade, da Fraternidade e da Liberdade, justamente sob as luzes da razão francesa, que em 1975 haveria de ser, grosso modo, transposta para a nossa realidade, a portuguesa.
Obrigado a quantos lutaram para que amanhã todos, cidadãos maiores, possamos votar em liberdade e consciência.
E todos os votos contam, porque a grão e grão enche a galinha o papo.
Devemos votar, porque cabe-nos a nós decidir o futuro que queremos viver.
Devemos votar, porque é importante sustentar a confiança neste sistema político que, não sendo perfeito, é o mais justo e igualitário, onde cada pessoa, independentemente da sua condição ou credo vale um voto.
Neste momento sinto-me feliz.
Acabo de ouvir a comunicação ao país de Sua Excelência o Presidente da República Aníbal Cavaco Silva, ele vale um voto e eu valho um voto, democrático, justo, igualitário.
Ele vota numa freguesia algarvia e eu voto no Concelho de Fronteira. E é esta a diferença que nos separa. Quanto ao resto, reparei que ele está de acordo comigo, genericamente, em tudo o que venho aqui propondo, desde Fevereiro.
As autarquias, em termos globais, possuem as grandes obras já feitas, agora, hoje, ou melhor, depois de amanhã é preciso começar a dar um relevo especial à inclusão de todos, ao trabalho em rede e à cultura.
É necessário envolver as pessoas, implicá-las e sempre que se justifique, apoiá-las no seu processo de responsabilização singular, porque a sociedade somos todos nós em movimento contínuo e tendente à satisfação plural das necessidades multidimensionais de todos.
Desta forma visa-se o combate à pobreza possibilitando o florescer do mérito, e isto é absolutamente essencial em tempo de vacas magras.
Neste momento sinto-me feliz, dizia eu, porque em 30 dias este blogue teve mais de duzentas visitas, a quantos o consideram, o meu muito obrigado.
Aproveito o momento para vos dar uma explicação premente: obstei por colocar os comentários que muitos de vocês foram escrevendo, online, porque este espaço é um projecto de construção que não se presta nem à difamação, nem à piada fácil.
A blogosfera é praticamente infinita, e estou certo que encontrarão locais mais próprios para o comentário ofensivo e anónimo.
Em relação aos outros, as minhas desculpas, mas não quis incorrer no erro de vir a ser antidemocrático.
Desde já vos garanto que publicarei todos os comentários ou textos que me fizerem chegar pela via apropriada a partir de 12 de Outubro de 2009, sempre que devidamente assinados.
Sinto-me feliz, porque amanhã vou votar, na minha terra, porque amanhã eu valho um voto, tantos quantos tu.
Sinto-me feliz, porque amanhã ao votar estarei a gritar cá por dentro: “Amo Fronteira, Amo Portugal, amo-te Liberdade”.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Simplex Autárquico em Fronteira

Simplificar para facilitar. Eis o princípio da medida Simplex.
O município do Redondo é pioneiro, em Portugal, a par de mais oito grandes e pequenas câmaras, situadas em regiões muito diferentes com condicionalismos geodemográficos também muito díspares, na adequação dos seus serviços à vida moderna e à sua consequente exigência de mobilidade social; quantos não moram numa autarquia e trabalham noutra?
Repliquemos.
Parece-me óptima ideia ter um balcão único, onde cada munícipe possa tratar de todas as suas relações burocráticas com a Câmara.
Ter um catálogo de licenças e taxas normalizado, um simulador de custo, online, para os vários processos e um interface GSM para difundir informações úteis e receber notificações de interesse público, é hoje essencial a todos os Concelhos que apostam na captação de habitantes e empresas.
É desta forma que se implementa a total transparência dos serviços de proximidade que se orientam para o cidadão, possibilitando ao munícipe um acompanhamento do seu processo em tempo real, e maior rapidez na obtenção de, por exemplo, certidões ou pareceres.
O uso de SMS para difundir informações gerais ou avisos particulares constitui uma medida ecológica, amiga do ambiente, pelo que previne o uso de papel, enquanto se afirma como um meio directo de comunicação instantânea entre as partes.
Senhor Presidente, é verdade que vivemos num concelho profundamente rural, mas temos agora que antecipar o amanhã, prevendo e considerando a mudança de atitude dos jovens, que por força da tecnologia, terão diferentes formas e vias para comunicar com a administração local.
O Simplex Autárquico creio ser um bom ponto de partida.
O que me diz?
Vamos juntar Fronteira ao grupo dos que estão na frente?

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Prevenir Algumas Constipações no Infantário

Bom dia.
Começa hoje a campanha para as eleições autárquicas.
Faço votos para que transcorra com dignidade e elevação.
Senhores candidatos atentem na vontade do povo, e já agora consultem também o arquivo deste blogue para que não vos faltem, nem projectos.
Agradecem-se contribuições!
Mas vamos voltar ao que nos traz por cá.
No ano passado, e porque tenho dois filhos no infantário de Fronteira, dei-me ao trabalho de avaliar os factores presentes em comum nas crianças que mais se constiparam.
Não foi muito fácil, mas foi possível verificar que todas as crianças que chegam de carro estiveram mais vezes constipadas durante o Inverno por causa das variações de temperatura a que foram submetidas.
Entretanto já caíram umas pingas de chuva e os miúdos já recomeçaram a tossir.
Ora bem. Parece-me que a nossa qualidade de vida também nos é proporcionada pelo espaço livre que nos facilita uma impressão de paz, e pelo que fazemos com esse mesmo espaço.
Isto para dizer que não é descabido fazer a obra necessária para que os carros que transportam crianças para o infantário possam parar por baixo de uma cobertura anexada a uma das portas de acesso ao edifício, enquanto as crianças se apeiam, de modo a que mesmo com chuva elas não se molhem entre a porta do infantário e o carro. Pelo menos espaço há. Porque é que o Senhor Provedor da Santa Casa, misericordioso como é, homem das benfeitorias do Concelho, não assume esta empreitada?
Está à vista de todos que é uma obra absolutamente precisa, não faz sentido as crianças terem que obrigatoriamente apanhar chuva entre o transporte e a instituição quando existe espaço suficiente para que esta situação seja prevenida.
É que em consequência da chuva vem a tosse, a gripe, o risco de contágio, as febres, o absentismo laboral dos pais, as despesas com medicação e principalmente o sofrimento das crianças.
E é muito duro ver um filho a sofrer…
Solicito ao Senhor Presidente da Câmara que diligencie no sentido de convidar o Provedor a maturar esta ideia. É pelo bem de todos.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Razão de Fundo

Olá Fronteirenses.
Quero, em primeiro lugar, agradecer a todos os visitantes deste blogue que, em crescendo, por força da sua publicitação, desde 9 de Setembro tem vindo a ser cada vez mais procurado.
Estou grato a todos os que depois de receberem o convite, sob forma de SMS, não o recusaram e aqui vieram.
O número remetente (966356870) é o meu próprio número de telemóvel, pelo que O Assessor do Presidente é um projecto pessoal.
Quero garantir que este é um espaço de todos, absolutamente aberto à integração de todos os comentários e opiniões que vocês aqui desejarem postar, sendo certo que estou disposto a, sempre que considerarem necessário, atender as vossas chamadas para falarmos sobre Fronteira.
Em essência não quero nem espero que todas as pessoas estejam de acordo comigo, muito pelo contrário, pelo que estou certo que é da discussão que nasce a Luz.
E o meu objectivo é dar pistas e delas fazer aparecer orientações que possibilitem um melhor caminho comum a todos quantos partilhamos a estrada da vida neste cruzamento chamado Fronteira.
Desde sempre me sinto preocupado com a acção social concelhia, a juventude e a cultura. Dar conforto aos mais velhos, oferecer oportunidades aos mais novos garantindo segurança a todos, é o que procuro fazer através deste blogue.
Como eu próprio disse: quero fazer de Fronteira o melhor local para se ser feliz.
Ao cabo de alguns meses online, sinto-me contente: eis que o boletim municipal de Agosto último começa a perspectivar a materialização de algumas ideias que aqui, desde Fevereiro de 2009, tenho vindo a apresentar.
E porque o actual Presidente de Câmara Dr. Pedro Lancha coloca o foco do próximo mandato nos três pilares que citei anteriormente, estou convicto que convergimos em matéria de prioridades concelhias.
Decorre desta minha convicção a razão de fundo para o apoio que pessoalmente lhe dou na sua reeleição a 11 de Outubro.
Para terminar, agora falta mesmo deixar-vos o meu contacto de e-mail, para aqueles que entenderem que é a escrever que a gente se entende:
Gil.branco@sapo.pt
Um abraço, viva Fronteira, Viva Portugal.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Declaração de Voto

Bom diia.

É para que não restem dúvidas que as resolvi dissipar.
O assessor do presidente é um blogue, um espaço aberto a todos cujo autor sou eu, Gil Valério Branco, fronteirense e cidadão do mundo que deseja tornar a sua terra no melhor local para se ser feliz.
Eu não sou assessor do presidente.
O assessor do presidente é apenas o título deste espaço onde proponho e promovo o debate constante, com o objectivo de ir de encontro às necessidades de todos quantos vivem no Concelho de Fronteira, atribuindo ao nosso presidente, seja ele quem for, um instrumento democrático de aferição das mais diversas sensibilidades, uma base de projectos capazes de alterar positivamente a vida das pessoas.
Aqui apresento ideias que julgo serem válidas, umas já testadas, outras inovadoras, e tento dar o meu melhor em prol de quem melhor me conhece: os meus melhores amigos, em fim todos… Porque afinal todos me conhecem.
É público que sou o militante 97579 do Partido Social-democrata, embora não me confine à largura do espectro partidário.
Desde sempre me assumi como um livre-pensador, e é em liberdade que quero, sem criticar nem julgar quem não conheço, aqui manifestar o meu apoio à recandidatura de Pedro Lancha, ao Município de Fronteira.
É homem de grande lucidez, inteligência e capacidade de trabalho, com muitas provas dadas ao longo do tempo. E agora recandidata-se apresentando como seu número 2 Rogério Silva, meu amigo pessoal, dono de um carácter inabalável e de uma determinação férrea, capaz de elevar o seu esforço e empenho até às últimas consequências.
Por eles os dois, porque os conheço bem, orgulhosos de serem fronteirenses, pelo brilhante Mário Campos, advogado cuja magna causa é Fronteira e pelo exemplo voluntarioso de vida do Professor Doutor José Roquette, presidente da Assembleia Municipal, ser humano de uma disponibilidade invulgar, que a tantos fronteirenses tem socorrido na doença emprestando do seu Saber e influência na resolução de tantos casos difíceis:
- No próximo dia 11 de Outubro eu voto PSD - Pedro Lancha - é seguro.
Tenho dito.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

9 Do 9 de 2009 Dia Nacional da Natalidade

Fazer amor, com amor para gerar amor.
Esta é a resposta que me apetece dar ao Presidente desta República, Aníbal Cavaco Silva, quando se questiona acerca do que é preciso fazer para nascerem mais portugueses.
Nada mais simples.
Complicado mesmo é ter condições para lhes dar condições de vida condignas.
Depois do confronto da ética com o conhecimento da Universidade de Verão, depois da democracia limitada delimitada por Alberto João Jardim, pessoa que Granjeia da minha total simpatia, eis que chega o pretenso Dia Nacional da Natalidade 9 do 9, porque são 9 as luas, e porque são 9 os meses de espera.
Eu apoio!
Senhor Presidente, por favor, considere:
Nesta altura eu até podia repescar uma ideia já batida que se chama incentivos Municipais à Natalidade, mas, embora seja uma boa técnica persuasiva para influenciar positivamente a decisão de um casal ter um filho, é demasiado efémera.
Parece-me que é mesmo possível ir mais longe e ser mais ousado, pensar mais adiante.
Ora, se o problema é a desertificação do interior acompanhada de uma baixa taxa de natalidade, porque não atalhar caminho…
Não me parece que uma verba atribuída a cada nascimento no Concelho seja grande solução. O dinheiro gasta-se e depois não fica nada.
Mas se, por exemplo, o nosso município conseguir oferecer a cada bebé, filho de pais residentes, um pequeno terreno, inalienável, de 375 metros quadrados, para futura construção, está a possibilitar a criação de raízes materiais e psicológicas que são indestrutíveis.
Um dia estes bebés de hoje terão terra na sua terra, e como o bom filho a casa torna, estejam eles onde estiverem, existirá sempre um apelo, um chamamento interior que os ligará a Fronteira.
Pode ser que muitos acabem por construir aqui as suas vidas. E nessa altura esta aposta, é uma aposta ganha. Mais casais, mais filhos.
Vamos tentar por um período de quatro anos?
Depois é só lermos os indicadores e tirarmos as necessárias conclusões.
Creio eu, ser assim possível aliar ética e conhecimento à democracia a ponto de demonstrar que o limite é a nossa vontade própria.
Fronteirenses, isto é fazer o futuro.
Está nas mãos de todos.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Bricolage de Coração e Jardim

Viva!
Na minha procura diária por novas respostas a velhos problemas, encontrei algumas propostas de trabalho muito interessantes, sempre baratas.
Desta vez venho apresentar, à consideração pública, um ciclo de workshops para todos, facilmente implementável.
É tal o nível de abertura ostensiva à comunidade destas actividades que resolvi dar-lhes um nome, fica sempre bem:
Bricolage de Coração e Jardim.
A ideia é dar que fazer a quem não tem que fazer, quinzenalmente, propondo a frequência em alguns grupos de trabalho, a todos quantos queiram vir.
O primeiro workshope, em quatro sessões, terá como título: Yoga do Riso.
Vamos ver se faz sentido?

Nalguns instantes das nossas vidas sentimo-nos felizes quando explodimos em alegres e espontâneos momentos de riso. A sensação é de bem-estar e fortemente animadora. Sentimo-nos fortificados e em paz connosco e com o resto do mundo. Todos temos uma enorme capacidade para rir. Mas nem todos o conseguimos com facilidade. Porquê? Para onde foi o riso na nossa vida? Poderemos atribuir ao stress quotidiano a nossa incapacidade de rir?
De facto, o stress e o estilo de vida da sociedade moderna condicionam as nossas existências.
O que nos resta? Laivos de alegria que dependem de imensos pré-requisitos! Será que precisamos de mais riso nas nossas vidas? Podem apostar que sim!
O riso tem um efeito de catarse, consegue transformar um momento negativo num momento positivo.
Quantas e quantas vezes o riso é usado para aligeirar os discursos, muitas vezes com mensagens importantes e decisivas. No momento em que nos rimos, estimulamos energia positiva. “Dentro de cada um de nós há uma criança. Pode-se ter 90 anos de idade e ainda muita vitalidade. A felicidade não se deve ao facto de possuir 20 carros e 10 casas. É, sim, viver o momento presente e vivê-lo com paixão!” É com base neste pressuposto que direccionamos a atenção para a gestão de stress e ansiedade.
A aposta no lado positivo da vida ante a adversidade e o aumento de stress, faz com que o Yoga do Riso surja como uma ferramenta, uma terapia proactiva, com enfoque no bem-estar global.
O riso é um dos melhores remédios!
OBJECTIVOS
.Conhecer o conceito Yoga do Riso;
.Conhecer os benefícios do Riso;
.Praticar o Riso e respiração profunda;
.Participar em sessões de riso colectivo;
.Transportar o Riso para o quotidiano;
DESTINATÁRIOS
Todos os interessados em rir, utilizando a técnica de “Rir por Nada!” e aprender uma abordagem, pela brincadeira, da vida.
SESSÕES, DURAÇÃO E HORÁRIO
- todos os primeiros domingos de cada mês, sessões de 1h
- das 21h15 às 22h15
PROGRAMA
• 1ª Sessão – Introdução ao Yoga do Riso, 1ª sessão de riso - Actividade em Grupo (a/g)
• 2ª Sessão – Os benefícios do Riso, 2ª sessão de riso – a/g
• 3ª Sessão – Humor versus Riso, 3ª sessão de riso – a/g
• 4ª Sessão – Como preparar uma sessão de Riso, 4ª sessão de riso – a/g
FORMADOR
PAULO AMADEU MORAIS nasceu em 1974 no Canadá. Licenciado em Matemática, lecciona no ensino público e privado. É mestre em Associativismo e Animação Sócio–Cultural e líder de Riso certificado pelo fundador do Yoga do Riso (Dr. Madan Kataria).
Fez especialização em Jogos e Complementos Matemáticos. Possui experiência no movimento associativo formal e informal e é formador/animador de crianças, jovens e adultos nos mais diversificados meios.
PREÇO
o formador cobra 20€, por pessoa, por cada ciclo de 4 sessões
MATERIAL NECESSÁRIO
.roupa confortável
.calçado - descalço ou de meias
.mantinha/toalha para colocar no chão
.água

Fica a ideia, com a promessa de brevemente vos apresentar mais alguns workshops do ciclo Bricolage de Coração e Jardim.
Sendo certo que: “primeiro estranha-se, depois entranha-se”.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Ecovia Concelhia e Parque Público Gratuito de Manutenção Física

Ia eu pedalando na minha bicicleta azul, que tem dois lugares, em consequência da minha falta de vista, mas quem não tem cão, caça com gato, quando me surge uma ideia ecológica que talvez venha a ser subscrita por si.
Uma Ecovia a unir Fronteira, Vale de Seda, Cabeço de Vide e Vale de Maceiras, passando pela Ribeira Grande e pelas Termas da Sulfúrea.
Basicamente será um corredor, instalado na berma da estrada, com cerca de noventa centímetros de largura, iluminado, durante a noite, com candeeiros solares, onde bicicletas e pessoas encontram um desafio e um percurso para melhor desfrutar do Concelho, com pontos de interesse, descanso e lazer devidamente assinalados.
A par desta Ecovia, valorizando uma lógica de desporto e lazer e promovendo o equilíbrio e a saúde de todos os residentes, proponho a implementação de um parque urbano de manutenção física, composto por máquinas, fixas, públicas de ginásio com utilização gratuita.
O traçado da Ecovia e a localização do Parque fica entregue aos serviços municipais competentes.
É uma boa aposta, penso eu, no combate ao sedentarismo e ao stress, ao mau colesterol, à diabetes, à obesidade e a um conjunto de doenças cardiovasculares, entre outras…
Já diz o médico: “Ande, pela sua saúde”.
Aceita o repto?

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Cruzar a Fronteira e deixar um olhar

Viva!
Em conversa com um pequeno grupo de ingleses que estacionaram a sua auto caravana no parque de lazer da Ribeira Grande cheguei a entender que a nossa Fronteira já consta nos roteiros de viagens de quantos buscam os pequenos “grandes” paraísos do mundo ibérico.
São-me então, enquanto fronteirense, dadas felicitações pelo grande trabalho de projecção internacional que o Senhor Presidente Pedro Lancha tem vindo a fazer, acreditando lá fora, esta terra e estas gentes como um marco digno de se cruzar pelo menos uma vez na vida.
Fronteira é para estes estrangeiros um pequeno concelho de uma infindável paz, um lugar onde a meditação encontra um ponto óptimo que possibilita a união entre o corpo e a luz.
Quanto mais os ouvia, mais um arrepio de orgulho me arranhava a espinha.
A única pena destes descobridores prende-se com o facto de se reduzirem à contemplação.
Falam-me então de um programa para forasteiros, um convite que gostavam de receber para fotografar e depois deixarem os seus olhares algures onde pudessem ser olhados por outros…
Um espaço público onde quem passasse fosse deixando recordações e impressões, fotografias, postais ou pinturas, onde quem desejasse pudesse ir ao encontro de outros olhares. Em fim, uma praça cosmopolita que se constituísse para albergar arte e sensibilidade, constituindo-se a si mesma como um espólio valioso que a Humanidade quis fazer nascer e crescer aqui.
Muito bonito…
Inovador, original, digno desta terra.
Eu aprovo!
Seria uma espécie de corolário para 16 anos de trabalho.
Parabéns Senhor Presidente.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Centro Cultural Com Vivacidade

Um Centro Cultural é um centro da cultura, de todas as manifestações artísticas dos homens e das mulheres.
Mas será que não existe cultura em Fronteira?
Pelo menos eu não a sinto vivaz.
Não tenho por vontade criticar, assumo-me muito mais como um cidadão que tenta orientar com dignidade e respeito, sempre com o objectivo de dar o melhor de mim à minha terra e a todos os que nela vivem.
Temos um Centro Cultural, temos Cultura e artistas, porque não convidá-los a dar vivacidade ao centro da cultura.
Não me conformo com o passar dos dias sem haver um projecto que motive a juventude a redescobrir-se.
A capacidade de criar e inovar dos nossos jovens está actualmente a tomar um copo no bar, porque não se tem mais nada para fazer.
E o álcool destrói lentamente a massa cinzenta. Se não, quando foi a última vez que um natural deste concelho se formou em medicina?
Só dou este exemplo, quase irónico, porque a Medicina é a carreira que exige melhores médias para ingresso, e na minha memória consciente de vinte e tais anos não me lembro de nenhum caso.
E tenho a certeza absoluta que não somos menos nem piores do que os outros, estamos é com muito menos horizontes e estímulos.
Pelo que me lembro tivemos um grupo de teatro em tempos idos, quem não tem saudades do soberbo talento do Constantino e do Lázaro?
Eu tenho. Tenho muitas saudades.
Tivemos um grupo de cantares, um rancho etnográfico, prémios revelação, temos a sensibilidade do Luís Galrito, a voz da Teresa Raquel, da Ana Luzia e temos dezenas de jovens a precisarem de algumas oportunidades para terem sucesso.
A cultura de gabinete é burocrática e não produz bons resultados, isto está mais do que visto.
Que se abram as portas do Centro Cultural, que se oiçam os interesses das crianças e dos adolescentes e que as oportunidades nasçam aqui mesmo.
Se é verdade que a inteligência move a matéria, ainda é mais verdade que a vontade demove a razão.
Haja vontade e o nosso Centro Cultural pode vir a fervilhar de gente numa homenagem merecida ao passado com os olhos postos no amanhã.
Que venham artistas novos, da Pintura, da Fotografia, do Cinema, da Representação, do Desenho, da Escrita, da Dança.
É preciso fazer classes de conjunto, seminários ilustrativos, workshops e desenvolver aulas no campo das artes, semear, semear, que depois os frutos naturalmente aparecerão.
Esta é a minha concepção de gestão pública, que coloca o bem-estar e a qualidade de vida de todos os cidadãos acima de tudo.
E acreditem, o passado já passou, o futuro ninguém o tem certo e o único momento que vale mesmo a pena é este: o presente.
Chega de recordar, basta de lamentar, faça-se agora, já!
Porque me parece estar muito por fazer…

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Filtros de Acesso nos Computadores da Câmara

Viva!
Passaram algumas semanas e cá estou eu a postar novamente.
Desta vez para dar conta de uma pequena constatação que me leva a crer fazer toda a diferença.
O Município de Fronteira equipou-se de tecnologia e hoje existe praticamente um computador por cada funcionário administrativo.
Muito bom.
Só que penso ser necessário activar alguns filtros e barramentos na prossecução de um maior aproveitamento dos recursos.
Vejamos:
É possível navegar em, pelo que constatei, praticamente quase todos os sites possíveis e imaginários, desde pelo menos dois ou três computadores.
Como estão todos em rede, sob égide de um administrador, esta previsibilidade certamente está disponível em todas as estações de trabalho.
Ora, como se imagina, isto não é completamente bom, porque os utilizadores podem atrasar o trabalho efectivo, enquanto fazem pesquisas que deveriam fazer fora do seu horário laboral.
Eis então a minha sugestão, para que qualquer expediente que previsivelmente poderia ser bastante rápido não seja ferido com alguns dias de atraso, só porque os funcionários estão ocupados com assuntos menos municipais, o que é natural, aqui e em todos os lados em que os computadores são autênticas portas escancaradas para o mundo.
Mais uma vez, a culpa não está nas pessoas, mas no sistema. E isto é absolutamente verdade. A falha está na rede que não se encontra configurada correctamente.
Senhor Presidente, a activação de alguns filtros pelo administrador do sistema informático, de modo a barrar a navegação em páginas de internet de carácter mais lúdico é uma medida gratuita que previne abusos e incrementa mais tempo livre para o trabalho.
Sei que esta medida pode não parecer de todo popular, mas é recomendada em todas as redes partilhadas, de forma a orientá-las para a facilitação de processos e satisfação do público. E é disso que se trata.
Uma vez implementada, acredito, vir a ter, lentamente, o apoio de todos os usuários, que certa e seguramente se pautam pelo bom-senso.
Trabalho é trabalho! Conhaque é conhaque.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Wireless em Fronteira

O nosso Concelho, pelo bem de todos os munícipes residentes, precisa mostrar que tem vontade de estar na frente, ao lado dos que ganham as corridas tecnológicas, potenciando a atractividade e a competitividade das freguesias, colocando-as em sintonia com a Sociedade da Informação e do Conhecimento.
Desta vez, a proposta passa por efectivar uma rede sem fios de acesso gratuito à internet, como, aliás, já fizeram municípios como Esposende, Castanheira de Pêra e Elvas.
Uma rede municipal pública permite criar um ambiente favorável ao desenvolvimento e crescimento económico ao mesmo tempo que promove o uso generalizado da Internet e combate a infoexclusão de forma transversal.
A ideia é instalar dois Hotspots Wireless em cada vila:
Igreja e Observatório Astronómico, em Fronteira;
Igreja e Termas da Sulfúrea, em Cabeço de Vide.
Desta forma o acesso ficaria disponível para todas as pessoas com computadores compatíveis, durante 24 horas por dia, nos locais e centros de maior integração social.