Com o mote de Jaime Pinheiro, resolvi transcrever aqui algumas ideias que em 2001, por ocasião de um estágio profissional que desenvolvi no Município de Fronteira, compilei e enquadrei num contexto de orientações locais identificadas por sistemas de inteligência de marketing.
Todo o trabalho, julgo, se encontra na biblioteca municipal ao dispor de quem mais entender saber, sob o título de Departamento Experimental de Marketing.
Este é o meu convite renovado para que todos se impliquem na felicidade comum, que, estou certo, não é uma utopia.
Numa terra onde frequentemente se ouve dizer que não se passa nada.
Sim! Aqui!
Chegou a hora de se começar a passar: a passar ideias, a passar vontades, a passar determinação e entrega.
Porque os valores estão muito espalhados, é preciso uni-los!
Fronteirenses vamos, porque juntos somos capazes, fazer desta terra o melhor sítio do mundo para vivermos.
A segurança é a primeira liberdade, e aqui temos segurança.
Temos ar puro, temos Sol, temos os nossos melhores amigos, temos o nosso passado, as nossas vidas todas e também o nosso futuro; façamo-lo ser melhor e mais cheio de motivos para rasgar sorrisos.
Vamos trabalhar uns para os outros com lealdade e sentir que somos uma grande família.
Há um sangue que nos une, há uma história que nos junta e há uma grande oportunidade que agora nos convida a evoluir.
São válidos os contributos de todos.
Passem palavra!
terça-feira, 12 de maio de 2009
Rádio Vila Velha
Rádio Ribeira Grande - O nome não é prioritário.
Será uma escola da rádio, a tarimba da comunicação social.
Frequência modelada para Fronteira. Cobertura Local.
Destina-se a promover a comunicação e ao preenchimento dos tempos livres dos jovens
vocacionados para o jornalismo e comunicação social.
Indagar o processo junto da Alta Autoridade para a Comunicação Social – www.info@aacs.pt, no sentido da obtenção do alvará.
Gil Valério Branco - 2001 - CMF - in Departamento Experimental de Marketing
Será uma escola da rádio, a tarimba da comunicação social.
Frequência modelada para Fronteira. Cobertura Local.
Destina-se a promover a comunicação e ao preenchimento dos tempos livres dos jovens
vocacionados para o jornalismo e comunicação social.
Indagar o processo junto da Alta Autoridade para a Comunicação Social – www.info@aacs.pt, no sentido da obtenção do alvará.
Gil Valério Branco - 2001 - CMF - in Departamento Experimental de Marketing
Projecto Avião Pedagógico
O Projecto Avião Pedagógico consiste em aproveitar a carcaça de um velho avião, que possa ser colocada em local estratégico (quintal da antiga escola Frei Manuel Cardoso, que está desaproveitado), para funcionar como sala de ocupação de tempos livres destinada a crianças e jovens. O interior do avião será adaptado às diversas actividades, funcionando essencialmente como um atelier de expressão livre.
Cultivar-se-á o gosto pela aviação, e alimentar-se-á a possibilidade de uma carreira profissional de piloto.
O avião-pedagógico, de per si, motivará as crianças pela diversão e pela inovação. Paralelamente e com a futura construção do aeródromo de Fronteira, criar-se-ão condições de uma escola de navegação aérea.
“Ideia adaptada do Projecto Carruagem, Évora”
Gil Valério Branco - 2001 - CMF - in Departamento Experimental de Marketing
Cultivar-se-á o gosto pela aviação, e alimentar-se-á a possibilidade de uma carreira profissional de piloto.
O avião-pedagógico, de per si, motivará as crianças pela diversão e pela inovação. Paralelamente e com a futura construção do aeródromo de Fronteira, criar-se-ão condições de uma escola de navegação aérea.
“Ideia adaptada do Projecto Carruagem, Évora”
Gil Valério Branco - 2001 - CMF - in Departamento Experimental de Marketing
Assembleia Municipal dos Jovens
O Projecto Assembleia Municipal de Jovens, consiste em promover uma experiência de aprendizagem, em colaboração com todos os estabelecimentos de ensino do Concelho, ao nível do processo político municipal.
Com a finalidade de despertar a sensibilidade dos mais jovens para uma responsabilização social, valorizando-os enquanto cidadãos, promover-se-á o desenvolver de um processo político-imaginário que lhes possibilite conhecer todos os passos inerentes à formação de uma assembleia municipal.
Os estudantes terão, assim, a oportunidade prática de criar partidos imaginários, uma campanha política e um debate público a ter lugar nas instalações da própria Câmara.
No fim os pequenos deputados apresentarão as suas propostas, que serão tomadas em conta.
E assim se vai solidificando felicidade, numa perspectiva inclusa dos interesses reais de todos os cidadãos.
A isto chamamos: Inovação Democrática.
Gil Valério Branco
Com a finalidade de despertar a sensibilidade dos mais jovens para uma responsabilização social, valorizando-os enquanto cidadãos, promover-se-á o desenvolver de um processo político-imaginário que lhes possibilite conhecer todos os passos inerentes à formação de uma assembleia municipal.
Os estudantes terão, assim, a oportunidade prática de criar partidos imaginários, uma campanha política e um debate público a ter lugar nas instalações da própria Câmara.
No fim os pequenos deputados apresentarão as suas propostas, que serão tomadas em conta.
E assim se vai solidificando felicidade, numa perspectiva inclusa dos interesses reais de todos os cidadãos.
A isto chamamos: Inovação Democrática.
Gil Valério Branco
A Hora do Conto
Mais uma ideia velha de cara nova.
A Hora do Conto tem por objectivo estabelecer uma comunicação aberta entre a última infância e a primeira idade. Consiste na promoção de um espaço interactivo entre os idosos e os jovens em idade escolar, nomeadamente os estudantes do 1º e 2º ciclos, da escola Frei Manuel Cardoso.
Neste caso procurar-se-á uma aproximação real, traduzida em 90 minutos quinzenais, período em que uma assembleia de jovens terá a oportunidade de ouvir histórias de antigamente, contadas por idosos habitantes nos Lares do Concelho. Esta acção tem por finalidade instigar o mútuo respeito, treinar o “saber ouvir” e dinamizar o contacto de gerações.
Gil Valério Branco - 2001 - in CMF - Departamento Experimental de Marketing
A Hora do Conto tem por objectivo estabelecer uma comunicação aberta entre a última infância e a primeira idade. Consiste na promoção de um espaço interactivo entre os idosos e os jovens em idade escolar, nomeadamente os estudantes do 1º e 2º ciclos, da escola Frei Manuel Cardoso.
Neste caso procurar-se-á uma aproximação real, traduzida em 90 minutos quinzenais, período em que uma assembleia de jovens terá a oportunidade de ouvir histórias de antigamente, contadas por idosos habitantes nos Lares do Concelho. Esta acção tem por finalidade instigar o mútuo respeito, treinar o “saber ouvir” e dinamizar o contacto de gerações.
Gil Valério Branco - 2001 - in CMF - Departamento Experimental de Marketing
Escola da Cidadania
Se é verdade que a essência da democracia reside na possibilidade de os cidadãos participarem na escolha dos seus representantes e/ou na gestão dos seus interesses, não é menos verdade que esta simples participação é insuficiente para o desenvolvimento e consagração da própria democracia. É que é necessário participar em consciência, na prossecução dos interesses individuais e colectivos, na perspectiva do desenvolvimento social, ético, económico e cultural; ou seja, é necessário que ao longo dos tempos cada indivíduo possa melhorar a qualidade da sua intervenção. Esta melhoria só é possível se os indivíduos ganharem consciência de que são cidadãos, se forem educados para o exercício da CIDADANIA – sabendo-se que a cidadania significa o livre exercício dos direitos e deveres de cada indivíduo no seio de uma comunidade.
Jaime Pinheiro
Jaime Pinheiro
quinta-feira, 16 de abril de 2009
O BANCO DAS COISAS
O BANCO DAS COISAS
Um conceito novo, moderno, inovador e completamente original.
- Gil Valério Branco -
O Banco das Coisas é um projecto de implementação muito fácil, barata e simples, com gestão e regulação municipal.
O que é?
É um Banco de coisas. Um Banco de peças e objectos de todas as categorias, que possam ser úteis, pesa embora o facto de já terem sido usadas.
Como se constitui?
Com o donativo inicial de tudo o que existe lá em casa e já não precisamos, seja porque razão for, mas ainda continua em bom estado. Desde roupa quase nova a pequenos electrodomésticos, desde livros a computadores, desde discos a telemóveis, desde brinquedos e mobílias, a frascos e faianças.
O que é que não é depositável?
Por razões óbvias de segurança, animais, produtos perecíveis, peças e objectos sujos, perigosos, defeituosos ou estragados, artigos de higiene pessoal, picantes, tóxicos, inflamáveis e serviços não são depositáveis.
Como funciona?
Com um horário normal de funcionamento, entre as 9 e as 17 horas, nos dias úteis, todas as pessoas singulares, clientes, podem fazer depósitos e ou levantamentos.
Como é que se abre uma conta?
Com o Cartão do Cidadão para registo dos dados pessoais, cada munícipe residente, com idade mínima de 3 anos, pode abrir uma conta vitalícia.
O Banco das Coisas tem demarcadamente um carácter social, cada pessoa abre uma conta com um donativo e por cada peça dada pode levantar outra peça, independentemente do valor do que deposita e do que levanta, porque os valores são sempre subjectivos e dependentes das utilizações particulares.
Para que serve?
O Banco das Coisas serve essencialmente um fim social.
Serve para educar comportamentos, implementando e responsabilizando as crianças, desde tenra idade, numa cultura pedagógica de respeito pelo outro, para que a próxima geração seja mais consciente e proactiva e menos egoísta e individualista.
Serve para limparmos as nossas casas das Coisas quase novas ou em bom estado de conservação, de que já não precisamos, e que estão a ocupar espaço desnecessariamente, mas que não queremos ou temos pena de colocar no lixo.
Serve para procurarmos algo de que tenhamos necessidade e não precise de ser novo a estrear.
Serve para desenvergonhar uma certa pobreza, remediando situações de carência sem criar constrangimentos nem cadeias de favores.
É em fim, um Banco de todos, de soluções para todos, em tempos de crise económica internacional.
O Banco dá Coisas a Crédito?
Não.
O objectivo é simplificar.
Acreditamos que todos terão algo para depositar.
Mas se assim não for, a filosofia do Banco é ajudar.
As pessoas compreenderão que se sistematicamente levantarem Coisas sem fazerem quaisquer depósitos, o Banco deixará de ter meios para continuar a existir e entrará em falência.
É importante uma sensibilização dos clientes para o facto da utilidade social do Banco vir a ser verificada ao longo do tempo, e esta manutenção ser responsabilidade directa dos depositantes.
O Banco emite cheques?
Não.
O objectivo é simplificar.
O Banco não faz quaisquer emissões, apelando a um uso ponderado do sistema de trocas directas de objecto por objecto.
Quem regula e gere a actividade do Banco?
É desejável que o Banco seja uma estrutura ligeira que não implique nem recursos financeiros nem recursos humanos.
Na maturidade, no Banco cada pessoa deverá abrir a sua conta fazendo o seu próprio registo e registando todas as suas transacções.
Todavia o regulamento do Banco é da responsabilidade do Município assim como a gestão, que tendencialmente envolverá a actividade das juntas de freguesia concelhias.
Onde se encontra o Banco?
Em virtude da inovação deste conceito, a instalação física do Banco ficará a cargo das Juntas de Freguesia do Concelho de Fronteira, que mediarão, numa primeira fase, a actividade do Banco até esta se tornar autónoma.
O Banco só existe No concelho de Fronteira?
O Banco das Coisas é um conceito exclusivo do Concelho de Fronteira com grande potencial de ser copiado por outros municípios a nível europeu “benchmarking”.
Mas mesmo que isso venha a acontecer, a estrutura será sempre local e reservada aos munícipes residentes.
Qual é a assinatura promocional do Banco?
O Banco das Coisas, onde as Coisas velhas ganham vida nova.
Um conceito novo, moderno, inovador e completamente original.
- Gil Valério Branco -
O Banco das Coisas é um projecto de implementação muito fácil, barata e simples, com gestão e regulação municipal.
O que é?
É um Banco de coisas. Um Banco de peças e objectos de todas as categorias, que possam ser úteis, pesa embora o facto de já terem sido usadas.
Como se constitui?
Com o donativo inicial de tudo o que existe lá em casa e já não precisamos, seja porque razão for, mas ainda continua em bom estado. Desde roupa quase nova a pequenos electrodomésticos, desde livros a computadores, desde discos a telemóveis, desde brinquedos e mobílias, a frascos e faianças.
O que é que não é depositável?
Por razões óbvias de segurança, animais, produtos perecíveis, peças e objectos sujos, perigosos, defeituosos ou estragados, artigos de higiene pessoal, picantes, tóxicos, inflamáveis e serviços não são depositáveis.
Como funciona?
Com um horário normal de funcionamento, entre as 9 e as 17 horas, nos dias úteis, todas as pessoas singulares, clientes, podem fazer depósitos e ou levantamentos.
Como é que se abre uma conta?
Com o Cartão do Cidadão para registo dos dados pessoais, cada munícipe residente, com idade mínima de 3 anos, pode abrir uma conta vitalícia.
O Banco das Coisas tem demarcadamente um carácter social, cada pessoa abre uma conta com um donativo e por cada peça dada pode levantar outra peça, independentemente do valor do que deposita e do que levanta, porque os valores são sempre subjectivos e dependentes das utilizações particulares.
Para que serve?
O Banco das Coisas serve essencialmente um fim social.
Serve para educar comportamentos, implementando e responsabilizando as crianças, desde tenra idade, numa cultura pedagógica de respeito pelo outro, para que a próxima geração seja mais consciente e proactiva e menos egoísta e individualista.
Serve para limparmos as nossas casas das Coisas quase novas ou em bom estado de conservação, de que já não precisamos, e que estão a ocupar espaço desnecessariamente, mas que não queremos ou temos pena de colocar no lixo.
Serve para procurarmos algo de que tenhamos necessidade e não precise de ser novo a estrear.
Serve para desenvergonhar uma certa pobreza, remediando situações de carência sem criar constrangimentos nem cadeias de favores.
É em fim, um Banco de todos, de soluções para todos, em tempos de crise económica internacional.
O Banco dá Coisas a Crédito?
Não.
O objectivo é simplificar.
Acreditamos que todos terão algo para depositar.
Mas se assim não for, a filosofia do Banco é ajudar.
As pessoas compreenderão que se sistematicamente levantarem Coisas sem fazerem quaisquer depósitos, o Banco deixará de ter meios para continuar a existir e entrará em falência.
É importante uma sensibilização dos clientes para o facto da utilidade social do Banco vir a ser verificada ao longo do tempo, e esta manutenção ser responsabilidade directa dos depositantes.
O Banco emite cheques?
Não.
O objectivo é simplificar.
O Banco não faz quaisquer emissões, apelando a um uso ponderado do sistema de trocas directas de objecto por objecto.
Quem regula e gere a actividade do Banco?
É desejável que o Banco seja uma estrutura ligeira que não implique nem recursos financeiros nem recursos humanos.
Na maturidade, no Banco cada pessoa deverá abrir a sua conta fazendo o seu próprio registo e registando todas as suas transacções.
Todavia o regulamento do Banco é da responsabilidade do Município assim como a gestão, que tendencialmente envolverá a actividade das juntas de freguesia concelhias.
Onde se encontra o Banco?
Em virtude da inovação deste conceito, a instalação física do Banco ficará a cargo das Juntas de Freguesia do Concelho de Fronteira, que mediarão, numa primeira fase, a actividade do Banco até esta se tornar autónoma.
O Banco só existe No concelho de Fronteira?
O Banco das Coisas é um conceito exclusivo do Concelho de Fronteira com grande potencial de ser copiado por outros municípios a nível europeu “benchmarking”.
Mas mesmo que isso venha a acontecer, a estrutura será sempre local e reservada aos munícipes residentes.
Qual é a assinatura promocional do Banco?
O Banco das Coisas, onde as Coisas velhas ganham vida nova.
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