Olá Bom-dia.
Um problema técnico na plataforma de suporte deste blogue impediu-me de publicar os meus cordiais Parabéns a toda a equipa que ganhou as eleições no Concelho de Fronteira, logo no dia 11: Parabéns a todos, em especial ao Senhor Manuel Caetano, Professor Roquette e senhores, Vice-presidente Rogério Silva e senhor Presidente, Pedro Lancha.
Bom trabalho e as maiores felicidades sendo certo que por mim, aqui estarei na medida do possível a contribuir para que este Concelho seja e esteja cada vez melhor e mais adorado, apostando sempre no diálogo e no entendimento entre todos, porque um adversário não é um inimigo.
Desejo que a oposição assuma um papel construtivista e abandone velhos hábitos de dizer não, só porque não, é que no meio de tudo, o mais importante somos nós todos.
Que Fronteira e os fronteirenses sejam os interesses principais de todos os novos vereadores, independentemente dos partidos pelos quais foram eleitos.
O assessor do presidente solicita-vos elevação de espírito e clarividência.
O povo fez a sua escolha democrática, o Povo é Soberano.
Agora, que todos trabalhem para o Povo, com consciência e sentido social do bem comum.
Bem ajam!
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
sábado, 10 de outubro de 2009
O Voto É Mais Do Que Um Direito, É Uma Obrigação
Amanhã dia 11 de Outubro de 2009 vote!
O seu voto é muito importante, é a sua voz, é a sua vontade expressa em democracia.
E hoje somos livres para votar, porque em 1789 aconteceu a Revolução da Igualdade, da Fraternidade e da Liberdade, justamente sob as luzes da razão francesa, que em 1975 haveria de ser, grosso modo, transposta para a nossa realidade, a portuguesa.
Obrigado a quantos lutaram para que amanhã todos, cidadãos maiores, possamos votar em liberdade e consciência.
E todos os votos contam, porque a grão e grão enche a galinha o papo.
Devemos votar, porque cabe-nos a nós decidir o futuro que queremos viver.
Devemos votar, porque é importante sustentar a confiança neste sistema político que, não sendo perfeito, é o mais justo e igualitário, onde cada pessoa, independentemente da sua condição ou credo vale um voto.
Neste momento sinto-me feliz.
Acabo de ouvir a comunicação ao país de Sua Excelência o Presidente da República Aníbal Cavaco Silva, ele vale um voto e eu valho um voto, democrático, justo, igualitário.
Ele vota numa freguesia algarvia e eu voto no Concelho de Fronteira. E é esta a diferença que nos separa. Quanto ao resto, reparei que ele está de acordo comigo, genericamente, em tudo o que venho aqui propondo, desde Fevereiro.
As autarquias, em termos globais, possuem as grandes obras já feitas, agora, hoje, ou melhor, depois de amanhã é preciso começar a dar um relevo especial à inclusão de todos, ao trabalho em rede e à cultura.
É necessário envolver as pessoas, implicá-las e sempre que se justifique, apoiá-las no seu processo de responsabilização singular, porque a sociedade somos todos nós em movimento contínuo e tendente à satisfação plural das necessidades multidimensionais de todos.
Desta forma visa-se o combate à pobreza possibilitando o florescer do mérito, e isto é absolutamente essencial em tempo de vacas magras.
Neste momento sinto-me feliz, dizia eu, porque em 30 dias este blogue teve mais de duzentas visitas, a quantos o consideram, o meu muito obrigado.
Aproveito o momento para vos dar uma explicação premente: obstei por colocar os comentários que muitos de vocês foram escrevendo, online, porque este espaço é um projecto de construção que não se presta nem à difamação, nem à piada fácil.
A blogosfera é praticamente infinita, e estou certo que encontrarão locais mais próprios para o comentário ofensivo e anónimo.
Em relação aos outros, as minhas desculpas, mas não quis incorrer no erro de vir a ser antidemocrático.
Desde já vos garanto que publicarei todos os comentários ou textos que me fizerem chegar pela via apropriada a partir de 12 de Outubro de 2009, sempre que devidamente assinados.
Sinto-me feliz, porque amanhã vou votar, na minha terra, porque amanhã eu valho um voto, tantos quantos tu.
Sinto-me feliz, porque amanhã ao votar estarei a gritar cá por dentro: “Amo Fronteira, Amo Portugal, amo-te Liberdade”.
O seu voto é muito importante, é a sua voz, é a sua vontade expressa em democracia.
E hoje somos livres para votar, porque em 1789 aconteceu a Revolução da Igualdade, da Fraternidade e da Liberdade, justamente sob as luzes da razão francesa, que em 1975 haveria de ser, grosso modo, transposta para a nossa realidade, a portuguesa.
Obrigado a quantos lutaram para que amanhã todos, cidadãos maiores, possamos votar em liberdade e consciência.
E todos os votos contam, porque a grão e grão enche a galinha o papo.
Devemos votar, porque cabe-nos a nós decidir o futuro que queremos viver.
Devemos votar, porque é importante sustentar a confiança neste sistema político que, não sendo perfeito, é o mais justo e igualitário, onde cada pessoa, independentemente da sua condição ou credo vale um voto.
Neste momento sinto-me feliz.
Acabo de ouvir a comunicação ao país de Sua Excelência o Presidente da República Aníbal Cavaco Silva, ele vale um voto e eu valho um voto, democrático, justo, igualitário.
Ele vota numa freguesia algarvia e eu voto no Concelho de Fronteira. E é esta a diferença que nos separa. Quanto ao resto, reparei que ele está de acordo comigo, genericamente, em tudo o que venho aqui propondo, desde Fevereiro.
As autarquias, em termos globais, possuem as grandes obras já feitas, agora, hoje, ou melhor, depois de amanhã é preciso começar a dar um relevo especial à inclusão de todos, ao trabalho em rede e à cultura.
É necessário envolver as pessoas, implicá-las e sempre que se justifique, apoiá-las no seu processo de responsabilização singular, porque a sociedade somos todos nós em movimento contínuo e tendente à satisfação plural das necessidades multidimensionais de todos.
Desta forma visa-se o combate à pobreza possibilitando o florescer do mérito, e isto é absolutamente essencial em tempo de vacas magras.
Neste momento sinto-me feliz, dizia eu, porque em 30 dias este blogue teve mais de duzentas visitas, a quantos o consideram, o meu muito obrigado.
Aproveito o momento para vos dar uma explicação premente: obstei por colocar os comentários que muitos de vocês foram escrevendo, online, porque este espaço é um projecto de construção que não se presta nem à difamação, nem à piada fácil.
A blogosfera é praticamente infinita, e estou certo que encontrarão locais mais próprios para o comentário ofensivo e anónimo.
Em relação aos outros, as minhas desculpas, mas não quis incorrer no erro de vir a ser antidemocrático.
Desde já vos garanto que publicarei todos os comentários ou textos que me fizerem chegar pela via apropriada a partir de 12 de Outubro de 2009, sempre que devidamente assinados.
Sinto-me feliz, porque amanhã vou votar, na minha terra, porque amanhã eu valho um voto, tantos quantos tu.
Sinto-me feliz, porque amanhã ao votar estarei a gritar cá por dentro: “Amo Fronteira, Amo Portugal, amo-te Liberdade”.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Simplex Autárquico em Fronteira
Simplificar para facilitar. Eis o princípio da medida Simplex.
O município do Redondo é pioneiro, em Portugal, a par de mais oito grandes e pequenas câmaras, situadas em regiões muito diferentes com condicionalismos geodemográficos também muito díspares, na adequação dos seus serviços à vida moderna e à sua consequente exigência de mobilidade social; quantos não moram numa autarquia e trabalham noutra?
Repliquemos.
Parece-me óptima ideia ter um balcão único, onde cada munícipe possa tratar de todas as suas relações burocráticas com a Câmara.
Ter um catálogo de licenças e taxas normalizado, um simulador de custo, online, para os vários processos e um interface GSM para difundir informações úteis e receber notificações de interesse público, é hoje essencial a todos os Concelhos que apostam na captação de habitantes e empresas.
É desta forma que se implementa a total transparência dos serviços de proximidade que se orientam para o cidadão, possibilitando ao munícipe um acompanhamento do seu processo em tempo real, e maior rapidez na obtenção de, por exemplo, certidões ou pareceres.
O uso de SMS para difundir informações gerais ou avisos particulares constitui uma medida ecológica, amiga do ambiente, pelo que previne o uso de papel, enquanto se afirma como um meio directo de comunicação instantânea entre as partes.
Senhor Presidente, é verdade que vivemos num concelho profundamente rural, mas temos agora que antecipar o amanhã, prevendo e considerando a mudança de atitude dos jovens, que por força da tecnologia, terão diferentes formas e vias para comunicar com a administração local.
O Simplex Autárquico creio ser um bom ponto de partida.
O que me diz?
Vamos juntar Fronteira ao grupo dos que estão na frente?
O município do Redondo é pioneiro, em Portugal, a par de mais oito grandes e pequenas câmaras, situadas em regiões muito diferentes com condicionalismos geodemográficos também muito díspares, na adequação dos seus serviços à vida moderna e à sua consequente exigência de mobilidade social; quantos não moram numa autarquia e trabalham noutra?
Repliquemos.
Parece-me óptima ideia ter um balcão único, onde cada munícipe possa tratar de todas as suas relações burocráticas com a Câmara.
Ter um catálogo de licenças e taxas normalizado, um simulador de custo, online, para os vários processos e um interface GSM para difundir informações úteis e receber notificações de interesse público, é hoje essencial a todos os Concelhos que apostam na captação de habitantes e empresas.
É desta forma que se implementa a total transparência dos serviços de proximidade que se orientam para o cidadão, possibilitando ao munícipe um acompanhamento do seu processo em tempo real, e maior rapidez na obtenção de, por exemplo, certidões ou pareceres.
O uso de SMS para difundir informações gerais ou avisos particulares constitui uma medida ecológica, amiga do ambiente, pelo que previne o uso de papel, enquanto se afirma como um meio directo de comunicação instantânea entre as partes.
Senhor Presidente, é verdade que vivemos num concelho profundamente rural, mas temos agora que antecipar o amanhã, prevendo e considerando a mudança de atitude dos jovens, que por força da tecnologia, terão diferentes formas e vias para comunicar com a administração local.
O Simplex Autárquico creio ser um bom ponto de partida.
O que me diz?
Vamos juntar Fronteira ao grupo dos que estão na frente?
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Prevenir Algumas Constipações no Infantário
Bom dia.
Começa hoje a campanha para as eleições autárquicas.
Faço votos para que transcorra com dignidade e elevação.
Senhores candidatos atentem na vontade do povo, e já agora consultem também o arquivo deste blogue para que não vos faltem, nem projectos.
Agradecem-se contribuições!
Mas vamos voltar ao que nos traz por cá.
No ano passado, e porque tenho dois filhos no infantário de Fronteira, dei-me ao trabalho de avaliar os factores presentes em comum nas crianças que mais se constiparam.
Não foi muito fácil, mas foi possível verificar que todas as crianças que chegam de carro estiveram mais vezes constipadas durante o Inverno por causa das variações de temperatura a que foram submetidas.
Entretanto já caíram umas pingas de chuva e os miúdos já recomeçaram a tossir.
Ora bem. Parece-me que a nossa qualidade de vida também nos é proporcionada pelo espaço livre que nos facilita uma impressão de paz, e pelo que fazemos com esse mesmo espaço.
Isto para dizer que não é descabido fazer a obra necessária para que os carros que transportam crianças para o infantário possam parar por baixo de uma cobertura anexada a uma das portas de acesso ao edifício, enquanto as crianças se apeiam, de modo a que mesmo com chuva elas não se molhem entre a porta do infantário e o carro. Pelo menos espaço há. Porque é que o Senhor Provedor da Santa Casa, misericordioso como é, homem das benfeitorias do Concelho, não assume esta empreitada?
Está à vista de todos que é uma obra absolutamente precisa, não faz sentido as crianças terem que obrigatoriamente apanhar chuva entre o transporte e a instituição quando existe espaço suficiente para que esta situação seja prevenida.
É que em consequência da chuva vem a tosse, a gripe, o risco de contágio, as febres, o absentismo laboral dos pais, as despesas com medicação e principalmente o sofrimento das crianças.
E é muito duro ver um filho a sofrer…
Solicito ao Senhor Presidente da Câmara que diligencie no sentido de convidar o Provedor a maturar esta ideia. É pelo bem de todos.
Começa hoje a campanha para as eleições autárquicas.
Faço votos para que transcorra com dignidade e elevação.
Senhores candidatos atentem na vontade do povo, e já agora consultem também o arquivo deste blogue para que não vos faltem, nem projectos.
Agradecem-se contribuições!
Mas vamos voltar ao que nos traz por cá.
No ano passado, e porque tenho dois filhos no infantário de Fronteira, dei-me ao trabalho de avaliar os factores presentes em comum nas crianças que mais se constiparam.
Não foi muito fácil, mas foi possível verificar que todas as crianças que chegam de carro estiveram mais vezes constipadas durante o Inverno por causa das variações de temperatura a que foram submetidas.
Entretanto já caíram umas pingas de chuva e os miúdos já recomeçaram a tossir.
Ora bem. Parece-me que a nossa qualidade de vida também nos é proporcionada pelo espaço livre que nos facilita uma impressão de paz, e pelo que fazemos com esse mesmo espaço.
Isto para dizer que não é descabido fazer a obra necessária para que os carros que transportam crianças para o infantário possam parar por baixo de uma cobertura anexada a uma das portas de acesso ao edifício, enquanto as crianças se apeiam, de modo a que mesmo com chuva elas não se molhem entre a porta do infantário e o carro. Pelo menos espaço há. Porque é que o Senhor Provedor da Santa Casa, misericordioso como é, homem das benfeitorias do Concelho, não assume esta empreitada?
Está à vista de todos que é uma obra absolutamente precisa, não faz sentido as crianças terem que obrigatoriamente apanhar chuva entre o transporte e a instituição quando existe espaço suficiente para que esta situação seja prevenida.
É que em consequência da chuva vem a tosse, a gripe, o risco de contágio, as febres, o absentismo laboral dos pais, as despesas com medicação e principalmente o sofrimento das crianças.
E é muito duro ver um filho a sofrer…
Solicito ao Senhor Presidente da Câmara que diligencie no sentido de convidar o Provedor a maturar esta ideia. É pelo bem de todos.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Razão de Fundo
Olá Fronteirenses.
Quero, em primeiro lugar, agradecer a todos os visitantes deste blogue que, em crescendo, por força da sua publicitação, desde 9 de Setembro tem vindo a ser cada vez mais procurado.
Estou grato a todos os que depois de receberem o convite, sob forma de SMS, não o recusaram e aqui vieram.
O número remetente (966356870) é o meu próprio número de telemóvel, pelo que O Assessor do Presidente é um projecto pessoal.
Quero garantir que este é um espaço de todos, absolutamente aberto à integração de todos os comentários e opiniões que vocês aqui desejarem postar, sendo certo que estou disposto a, sempre que considerarem necessário, atender as vossas chamadas para falarmos sobre Fronteira.
Em essência não quero nem espero que todas as pessoas estejam de acordo comigo, muito pelo contrário, pelo que estou certo que é da discussão que nasce a Luz.
E o meu objectivo é dar pistas e delas fazer aparecer orientações que possibilitem um melhor caminho comum a todos quantos partilhamos a estrada da vida neste cruzamento chamado Fronteira.
Desde sempre me sinto preocupado com a acção social concelhia, a juventude e a cultura. Dar conforto aos mais velhos, oferecer oportunidades aos mais novos garantindo segurança a todos, é o que procuro fazer através deste blogue.
Como eu próprio disse: quero fazer de Fronteira o melhor local para se ser feliz.
Ao cabo de alguns meses online, sinto-me contente: eis que o boletim municipal de Agosto último começa a perspectivar a materialização de algumas ideias que aqui, desde Fevereiro de 2009, tenho vindo a apresentar.
E porque o actual Presidente de Câmara Dr. Pedro Lancha coloca o foco do próximo mandato nos três pilares que citei anteriormente, estou convicto que convergimos em matéria de prioridades concelhias.
Decorre desta minha convicção a razão de fundo para o apoio que pessoalmente lhe dou na sua reeleição a 11 de Outubro.
Para terminar, agora falta mesmo deixar-vos o meu contacto de e-mail, para aqueles que entenderem que é a escrever que a gente se entende:
Gil.branco@sapo.pt
Um abraço, viva Fronteira, Viva Portugal.
Quero, em primeiro lugar, agradecer a todos os visitantes deste blogue que, em crescendo, por força da sua publicitação, desde 9 de Setembro tem vindo a ser cada vez mais procurado.
Estou grato a todos os que depois de receberem o convite, sob forma de SMS, não o recusaram e aqui vieram.
O número remetente (966356870) é o meu próprio número de telemóvel, pelo que O Assessor do Presidente é um projecto pessoal.
Quero garantir que este é um espaço de todos, absolutamente aberto à integração de todos os comentários e opiniões que vocês aqui desejarem postar, sendo certo que estou disposto a, sempre que considerarem necessário, atender as vossas chamadas para falarmos sobre Fronteira.
Em essência não quero nem espero que todas as pessoas estejam de acordo comigo, muito pelo contrário, pelo que estou certo que é da discussão que nasce a Luz.
E o meu objectivo é dar pistas e delas fazer aparecer orientações que possibilitem um melhor caminho comum a todos quantos partilhamos a estrada da vida neste cruzamento chamado Fronteira.
Desde sempre me sinto preocupado com a acção social concelhia, a juventude e a cultura. Dar conforto aos mais velhos, oferecer oportunidades aos mais novos garantindo segurança a todos, é o que procuro fazer através deste blogue.
Como eu próprio disse: quero fazer de Fronteira o melhor local para se ser feliz.
Ao cabo de alguns meses online, sinto-me contente: eis que o boletim municipal de Agosto último começa a perspectivar a materialização de algumas ideias que aqui, desde Fevereiro de 2009, tenho vindo a apresentar.
E porque o actual Presidente de Câmara Dr. Pedro Lancha coloca o foco do próximo mandato nos três pilares que citei anteriormente, estou convicto que convergimos em matéria de prioridades concelhias.
Decorre desta minha convicção a razão de fundo para o apoio que pessoalmente lhe dou na sua reeleição a 11 de Outubro.
Para terminar, agora falta mesmo deixar-vos o meu contacto de e-mail, para aqueles que entenderem que é a escrever que a gente se entende:
Gil.branco@sapo.pt
Um abraço, viva Fronteira, Viva Portugal.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Declaração de Voto
Bom diia.
É para que não restem dúvidas que as resolvi dissipar.
O assessor do presidente é um blogue, um espaço aberto a todos cujo autor sou eu, Gil Valério Branco, fronteirense e cidadão do mundo que deseja tornar a sua terra no melhor local para se ser feliz.
Eu não sou assessor do presidente.
O assessor do presidente é apenas o título deste espaço onde proponho e promovo o debate constante, com o objectivo de ir de encontro às necessidades de todos quantos vivem no Concelho de Fronteira, atribuindo ao nosso presidente, seja ele quem for, um instrumento democrático de aferição das mais diversas sensibilidades, uma base de projectos capazes de alterar positivamente a vida das pessoas.
Aqui apresento ideias que julgo serem válidas, umas já testadas, outras inovadoras, e tento dar o meu melhor em prol de quem melhor me conhece: os meus melhores amigos, em fim todos… Porque afinal todos me conhecem.
É público que sou o militante 97579 do Partido Social-democrata, embora não me confine à largura do espectro partidário.
Desde sempre me assumi como um livre-pensador, e é em liberdade que quero, sem criticar nem julgar quem não conheço, aqui manifestar o meu apoio à recandidatura de Pedro Lancha, ao Município de Fronteira.
É homem de grande lucidez, inteligência e capacidade de trabalho, com muitas provas dadas ao longo do tempo. E agora recandidata-se apresentando como seu número 2 Rogério Silva, meu amigo pessoal, dono de um carácter inabalável e de uma determinação férrea, capaz de elevar o seu esforço e empenho até às últimas consequências.
Por eles os dois, porque os conheço bem, orgulhosos de serem fronteirenses, pelo brilhante Mário Campos, advogado cuja magna causa é Fronteira e pelo exemplo voluntarioso de vida do Professor Doutor José Roquette, presidente da Assembleia Municipal, ser humano de uma disponibilidade invulgar, que a tantos fronteirenses tem socorrido na doença emprestando do seu Saber e influência na resolução de tantos casos difíceis:
- No próximo dia 11 de Outubro eu voto PSD - Pedro Lancha - é seguro.
Tenho dito.
É para que não restem dúvidas que as resolvi dissipar.
O assessor do presidente é um blogue, um espaço aberto a todos cujo autor sou eu, Gil Valério Branco, fronteirense e cidadão do mundo que deseja tornar a sua terra no melhor local para se ser feliz.
Eu não sou assessor do presidente.
O assessor do presidente é apenas o título deste espaço onde proponho e promovo o debate constante, com o objectivo de ir de encontro às necessidades de todos quantos vivem no Concelho de Fronteira, atribuindo ao nosso presidente, seja ele quem for, um instrumento democrático de aferição das mais diversas sensibilidades, uma base de projectos capazes de alterar positivamente a vida das pessoas.
Aqui apresento ideias que julgo serem válidas, umas já testadas, outras inovadoras, e tento dar o meu melhor em prol de quem melhor me conhece: os meus melhores amigos, em fim todos… Porque afinal todos me conhecem.
É público que sou o militante 97579 do Partido Social-democrata, embora não me confine à largura do espectro partidário.
Desde sempre me assumi como um livre-pensador, e é em liberdade que quero, sem criticar nem julgar quem não conheço, aqui manifestar o meu apoio à recandidatura de Pedro Lancha, ao Município de Fronteira.
É homem de grande lucidez, inteligência e capacidade de trabalho, com muitas provas dadas ao longo do tempo. E agora recandidata-se apresentando como seu número 2 Rogério Silva, meu amigo pessoal, dono de um carácter inabalável e de uma determinação férrea, capaz de elevar o seu esforço e empenho até às últimas consequências.
Por eles os dois, porque os conheço bem, orgulhosos de serem fronteirenses, pelo brilhante Mário Campos, advogado cuja magna causa é Fronteira e pelo exemplo voluntarioso de vida do Professor Doutor José Roquette, presidente da Assembleia Municipal, ser humano de uma disponibilidade invulgar, que a tantos fronteirenses tem socorrido na doença emprestando do seu Saber e influência na resolução de tantos casos difíceis:
- No próximo dia 11 de Outubro eu voto PSD - Pedro Lancha - é seguro.
Tenho dito.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
9 Do 9 de 2009 Dia Nacional da Natalidade
Fazer amor, com amor para gerar amor.
Esta é a resposta que me apetece dar ao Presidente desta República, Aníbal Cavaco Silva, quando se questiona acerca do que é preciso fazer para nascerem mais portugueses.
Nada mais simples.
Complicado mesmo é ter condições para lhes dar condições de vida condignas.
Depois do confronto da ética com o conhecimento da Universidade de Verão, depois da democracia limitada delimitada por Alberto João Jardim, pessoa que Granjeia da minha total simpatia, eis que chega o pretenso Dia Nacional da Natalidade 9 do 9, porque são 9 as luas, e porque são 9 os meses de espera.
Eu apoio!
Senhor Presidente, por favor, considere:
Nesta altura eu até podia repescar uma ideia já batida que se chama incentivos Municipais à Natalidade, mas, embora seja uma boa técnica persuasiva para influenciar positivamente a decisão de um casal ter um filho, é demasiado efémera.
Parece-me que é mesmo possível ir mais longe e ser mais ousado, pensar mais adiante.
Ora, se o problema é a desertificação do interior acompanhada de uma baixa taxa de natalidade, porque não atalhar caminho…
Não me parece que uma verba atribuída a cada nascimento no Concelho seja grande solução. O dinheiro gasta-se e depois não fica nada.
Mas se, por exemplo, o nosso município conseguir oferecer a cada bebé, filho de pais residentes, um pequeno terreno, inalienável, de 375 metros quadrados, para futura construção, está a possibilitar a criação de raízes materiais e psicológicas que são indestrutíveis.
Um dia estes bebés de hoje terão terra na sua terra, e como o bom filho a casa torna, estejam eles onde estiverem, existirá sempre um apelo, um chamamento interior que os ligará a Fronteira.
Pode ser que muitos acabem por construir aqui as suas vidas. E nessa altura esta aposta, é uma aposta ganha. Mais casais, mais filhos.
Vamos tentar por um período de quatro anos?
Depois é só lermos os indicadores e tirarmos as necessárias conclusões.
Creio eu, ser assim possível aliar ética e conhecimento à democracia a ponto de demonstrar que o limite é a nossa vontade própria.
Fronteirenses, isto é fazer o futuro.
Está nas mãos de todos.
Esta é a resposta que me apetece dar ao Presidente desta República, Aníbal Cavaco Silva, quando se questiona acerca do que é preciso fazer para nascerem mais portugueses.
Nada mais simples.
Complicado mesmo é ter condições para lhes dar condições de vida condignas.
Depois do confronto da ética com o conhecimento da Universidade de Verão, depois da democracia limitada delimitada por Alberto João Jardim, pessoa que Granjeia da minha total simpatia, eis que chega o pretenso Dia Nacional da Natalidade 9 do 9, porque são 9 as luas, e porque são 9 os meses de espera.
Eu apoio!
Senhor Presidente, por favor, considere:
Nesta altura eu até podia repescar uma ideia já batida que se chama incentivos Municipais à Natalidade, mas, embora seja uma boa técnica persuasiva para influenciar positivamente a decisão de um casal ter um filho, é demasiado efémera.
Parece-me que é mesmo possível ir mais longe e ser mais ousado, pensar mais adiante.
Ora, se o problema é a desertificação do interior acompanhada de uma baixa taxa de natalidade, porque não atalhar caminho…
Não me parece que uma verba atribuída a cada nascimento no Concelho seja grande solução. O dinheiro gasta-se e depois não fica nada.
Mas se, por exemplo, o nosso município conseguir oferecer a cada bebé, filho de pais residentes, um pequeno terreno, inalienável, de 375 metros quadrados, para futura construção, está a possibilitar a criação de raízes materiais e psicológicas que são indestrutíveis.
Um dia estes bebés de hoje terão terra na sua terra, e como o bom filho a casa torna, estejam eles onde estiverem, existirá sempre um apelo, um chamamento interior que os ligará a Fronteira.
Pode ser que muitos acabem por construir aqui as suas vidas. E nessa altura esta aposta, é uma aposta ganha. Mais casais, mais filhos.
Vamos tentar por um período de quatro anos?
Depois é só lermos os indicadores e tirarmos as necessárias conclusões.
Creio eu, ser assim possível aliar ética e conhecimento à democracia a ponto de demonstrar que o limite é a nossa vontade própria.
Fronteirenses, isto é fazer o futuro.
Está nas mãos de todos.
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Dia Nacionnal da Natalidade 9 do 9
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